Dilma Rousseff tem sido atacada por todos os lados: o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), principal força da oposição, usou uma convenção neste fim de semana para anunciar que acredita na sua queda antes do termo do segundo mandato; o Partido do Movimento da Democracia Brasileira (PMDB) manobra no poder legislativo contra o seu governo desde o início da legislatura; o padrinho Lula da Silva acusa-a de não cumprir o prometido em campanha eleitoral; o poder judicial aperta o cerco às contas da sua última campanha; e o povo promete ir para as ruas em agosto para voltar a gritar impeachment (destituição)..A defesa da presidente do Brasil veio agora, eloquente, em rara entrevista à Folha de S. Paulo, jornal que o seu partido, o Partido dos Trabalhadores (PT), considera hostil. "Eu não vou cair, eu não vou, eu não vou, isso é moleza, isso é luta política, as pessoas caem quando estão dispostas a cair, eu não estou, não tem base para eu cair, e venham tentar, venham tentar...", desafiou a chefe do Estado brasileira..Leia mais no epaper ou na edição impressa do DN